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domingo, 16 de dezembro de 2018

Bolsonaro diz que pena de morte não será debatida em seu governo


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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (16), em sua conta no Twitter, que o tema pena de morte não será debatido em seu governo. A afirmação foi feita após a publicação de reportagem pelo jornal O Globo neste domingo com o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo a matéria, o filho do presidente eleito defendeu “a possibilidade de pena de morte para traficantes de drogas, a exemplo do que ocorre na Indonésia, e para autores de crimes hediondos”.
“Em destaque no jornal O Globo de hoje informou que, em meu governo, o assunto pena de morte será motivo de debate. Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus propositais diários”, escreveu Jair Bolsonaro em sua postagem.
Segundo a reportagem do jornal, Eduardo Bolsonaro disse que um plebiscito pode ser usado para consultar os brasileiros sobre o assunto. A Constituição trata a vedação à pena de morte como uma cláusula pétrea, que não pode ser mudada mesmo com uma proposta de Emenda à Constituição (PEC).
“Eu sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?”, disse o deputado ao Globo.
Américas

Nos últimos dias, Eduardo Bolsonaro manteve intensas conversas sobre o cenário internacional, especificamente os casos relativos à América Latina. Ele foi ao Chile e se reuniu também com representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), quando tratou sobre o caso da Venezuela.
Para o parlamentar, é preciso agir logo em relação à crise na Venezuela. Na sua opinião, a alternativa é um governo de transição e a saída imediata do atual presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Ele citou a situação de Miguel Angel Martín, o presidente do TSJ venezuelano, equivalente ao Supremo Tribunal Federal, que está exilado ao lado de outros magistrados. “Cabe a ele [Martín] reconhecer juridicamente um governo de transição p/ Venezuela”, diz o deputado na sua conta no Twitter.
No Chile, Eduardo Bolsonaro se reuniu com o economista José Piñera, irmão do presidente chileno, Sebastián Piñera, considerado referência no país. Com uma foto, postada na rede social, ele aparece tomando vinho e conversando com o economista, exaltando suas virtudes e dizendo que ele foi “o homem que com 29 anos fez as reformas que colocaram o miserável Chile nos trilhos”.
Agência Brasil

Filme Alagoagrandense "Da Luta Eu Não Fujo" vence o Festival de Cinema do Brejo em Serra da Rais

O Filme Alagoagrandense "DA LUTA EU NÃO FUJO" foi o grande vencedor do FESTIVAL DE CINEMA DO BREJO, realizado neste sábado, no município de Serra da Raiz-PB.

No julgamento do juri técnico de cineastas do interior da Paraíba, "Da Luta Eu Não Fujo", curta-metragem sobre a memoria e luta da líder sindical Margarida Maria Alves, é mais do que uma resistência, Margarida é um símbolo real e provocador sobre os diretos dos trabalhadores rurais. Sua presença e seu caráter idealístico e história viva precisa ser contada em contextos de arte e reflexão mais vezes. " É melhor morrer na luta do que morrer de fome" (Margarida). Segundo o cineasta e professor na UFPB Torquato Joel, Margarida é um documento vivo das mulheres trabalhadoras, fortes e humildes que devem ser seguidas, estudadas e passadas para a historia da mulher com cara índio, vindo do engenho, da roça, e consegue dizer que o mundo seu e dos seus companheiros de terra, que um trabalhador tem diretos, ainda mais no contexto atual onde os diretos trabalhistas foram modificados envenenados pelos golpista de direita que não aceitam mulheres livres que digam a verdade dos direitos do povo trabalhador honesto brasileiro.

Evangelho do dia 16/12/2018 (Lc 3,10-18)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?” 11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” 12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?” 13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”. 14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?” João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”
15O povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.
18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa-Nova.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Canção Nova
 
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